Um projeto individual para quem está construindo algo e ainda não colocou no mercado. Você executa, eu dirijo, e cada semana fecha uma decisão que hoje trava a sua venda.
Conversar no WhatsAppIndividual, com Eduardo Laranjeira, e poucas vagas por vez.
Já tem nome, rascunho de logo, até perfil criado. Só não tem preço, nem ninguém do outro lado.
Refazer é mais confortável do que descobrir se alguém compra.
Então adia a conversa em que teria que dizer o preço em voz alta.
Mas mandar a primeira mensagem parece pedir favor.
Leu, assistiu, salvou aula. Nada disso te disse quanto cobrar na segunda-feira.
Respostas boas para qualquer pessoa, e você continua no mesmo lugar.
Muito do que se ensina sobre marca descreve empresas que já vendem. Para quem está começando, a pergunta é mais simples e mais urgente: como colocar a ideia no mercado e ter alguém do outro lado da mesa o quanto antes. O resto se ajusta com cliente de verdade.
Perfil arrumado, loja ou página simples: o mínimo para você existir quando alguém procurar.
Quem lê entende o que recebe e quanto paga, sem precisar perguntar nada.
Com gente real, que você conhece ou que chegou por indicação.
Seguidores e visitas não entram na conta. Eles acontecem sem ninguém querer comprar.
Sete semanas: quatro construindo e três na rua. Um encontro por semana, e entre um e outro, a sua parte.
Linha de chegadaPrimeira negociação em andamento
A IA produz rápido e barato. O que ela não sabe é onde você vai errar, e isso eu sei, porque criei mais de 70 marcas e vi de perto onde cada uma travou.
Cada etapa tem um critério de pronto escrito antes de você começar, então você não depende da minha opinião para saber se terminou.
A pergunta que sempre aparece:
“Mas se você fizer, não fica melhor?”
Não faço porque quem vai tocar essa marca todo dia é você, e se eu fizer você fica dependente de mim para qualquer peça futura. Me mostra o que você tentou que eu te digo exatamente o que ajustar.
Quem tem tempo e prazo flexível vem para o Tá na rua. Quem tem data marcada e não tem tempo precisa de alguém fazendo, e esse caminho também existe na Lous. Se você começar pelo Tá na rua e decidir subir, o que já pagou é abatido.
Eduardo Laranjeira. Sete anos criando marcas no Brasil, em Portugal e na América Latina, com mais de 70 entregues. Mestre em Design pela UFPE e pesquisador em IA e design. Antes da Lous, cofundou e operou a Above Branding.
No Tá na rua, sou eu em todos os encontros.
Uma papelaria saindo do papel agora, e o primeiro negócio a passar pelo Tá na rua, com prazo de verdade: coleção em outubro e Natal no começo de novembro. É um negócio da minha família, então não vale como depoimento. Vale para você acompanhar cada decisão enquanto ela acontece.
R$ 5.000
em até 12x no cartão, ou R$ 4.500 no boleto, em duas parcelas
Encontros semanais, prazo de devolutiva, critério de pronto em cada entrega e cada decisão destravada no tempo combinado.
A venda. Ela depende de você e do mercado, e eu não prometo o que não controlo.
Não precisa ser especialista. Se hoje você pede um logo à IA e aceita o primeiro resultado que aparece, é mais ou menos daí que a gente parte. Ela entra como ferramenta para você produzir rápido, e o que eu mostro é o que pedir, o que descartar e quando parar.
Você, com IA, numa sessão de trabalho ao vivo comigo. Você gera, eu reajo na hora, você refaz. Meu papel é o parecer: o que passa, o que denuncia amadorismo e o que está fora de questão para o seu segmento.
Ter nome é requisito para começar, porque ele trava todo o resto. Se você ainda não tem, o naming é um módulo à parte, com prazo próprio, feito por mim.
Suponha que chegue a semana do preço e você não tenha feito a conta de custo. O encontro acontece assim mesmo, com o que existir, e o buraco fica com você, porque o prazo corre. Você tem direito a uma pausa de 15 dias por projeto, pedida antes do prazo estourar, e ela empurra todo o cronograma para frente, inclusive a data de lançamento.
Funciona. A estrutura é a mesma e o que muda é o ciclo. Se o seu cliente é uma empresa, cada nome da lista vira dois ou três: quem usa, quem decide e quem paga. A oferta costuma ir para o papel como proposta formal, e o LinkedIn pesa mais que o Instagram na hora em que procuram por você.
O projeto termina na data combinada, e as três últimas semanas já são de rua, com um encontro por semana para ajustar o caminho. Se depois você quiser alguém fazendo por você, existe o caminho em que a Lous faz tudo, e o que você já pagou é abatido.
Existe um caminho em que a Lous faz tudo. Ele não tem cardápio nem preço nesta página, e começa por uma conversa.
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